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A literatura pode mudar a economia de Minas Gerais

7 de dezembro de 2018

Uma terra conhecida mundialmente pelos seus escritores. Cidades que valorizam seus grandes autores com fundações, casas de cultura, homenagens, bibliotecas, feiras e festas literárias, programação anual, memoriais, datas comemorativas e eventos. Museus que são banco de dados universais sobre a produção intelectual produzidas pela imprensa, fontes primárias e universidades. Um estado que encontrou na literatura uma potência geradora de recursos via economia criativa, ou seja, movimentando o comércio, a hotelaria, a culinária e o recursos naturais do entorno. Ao lado deles, evoluem o cinema, a dança e outras formas de arte.

Um estado literário, onde a educação encontrou a cultura e, por intermédio do livro, criou uma geração de novos leitores. E novos cidadãos. Cidades que recebem turistas do mundo inteiro por causa do amor à leitura e pelo interesse que a literatura de seus escritores provocam, movidos pela admiração. Não é Dublin, não é Londres ou Lisboa. Afonso Borges fala de Belo Horizonte, Cordisburgo e Itabira – só para começar. Entenda porque, ouvindo o Mondolivro da Rádio BandNewsBH, teclando AQUI.

E o #MondolivroIndica o livro “Poeirópolis”, do escritor e procurador Ricardo Righi, da Editora Quixote-Dô.