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BOA NOTÍCIA: eu estava errado! Só que não… leiam.

25 de julho de 2019

 

A Prefeitura de Belo Horizonte e a Construtora informaram, via imprensa, que as casas não estavam sendo demolidas e sim preparadas para a reforma exigida pelo Patrimônio Histórico Municipal. Mas a pergunta fica: por que não responderam às dezenas e dezenas de matérias que foram feitas sobre o assunto? Por que só se manifestaram depois da cidadã Juliana Duarte postou fotos aéreas, mostrando sim, um cenário de destruição? Porque, convenhamos… confiram nas fotos: o cenário é de demolição de casas, mesmo! De qualquer forma, é a melhor notícia do mundo!

 

Enfim, a repercussão nas redes sociais provocou outra polêmica: teria Guimarães Rosa morado ou não naquela casa? O autor de “Grande Sertão: Veredas” ainda não mereceu uma biografia decente. No link abaixo, a querida jornalista Daniela Zupo fez uma matéria, na TV Minas, provando que o autor de “Grande Sertão: Veredas” morou ali. Só teclar AQUI.

 

 

Em outra ponta, Celene Brant argumenta o contrário. Leiam:

 

 

 

O jornalista Dino Sávio também sustenta que Vilma Guimarães Rosa lhe disse que Rosa não morou ali. Se não morou, onde teria residido nos longos anos que estudou Medicina, na UMG ? Uma outra pessoa, nos comentários do Facebook, sustenta que seu tio era colega de pensão de Rosa. Aí existe uma pista.

 

Recebi também informes de Itaguara e Barbacena, dizendo que a casa onde ele morou, nestas cidades, foram demolidas. Resiste, apenas, intocada, a casa onde nasceu, em Cordisburgo.

 

Falta, realmente, uma biografia de Rosa.

 

Falando nisso, a pesquisadora Lívia Baião escreveu o texto “Pormenor de Ausência”, que narra os últimos meses de vida do autor de “Sagarana”. Com uma novidade: vai virar livro e sairá, em breve. Quem quiser uma prévia, assista aqui o magnífico ator Cacá Carvalho falar o texto, no Fliaraxá de 2018. Só teclar AQUI.