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Em homenagem ao Mestre Fernando Morais e à geração de biógrafos

23 de setembro de 2019

 

Vamos fazer uma homenagem ao Mestre Fernando Morais ? Este é o assunto de Afonso Borges, no Mondolivro Podcast da Rádio BandNews BH. Para ouvir, só teclar nas seguintes plataformas:

 

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Isso porque ele deixou uma geração de “herdeiros” que estão revolucionando a história e a cultura brasileira.

 

Alguns deles?: Lucas Figueiredo, Mário Magalhães, Wagner William Guilherme Fiúza, João Máximo, Luiz Fernando Vianna, Paulo César de Araújo, Regina Zappa e Josélia Aguiar.

 

Correm à margem desta herança Ruy Castro, Humberto Werneck e Lira Neto porque, além de serem contemporâneos e, portanto, não podem ser herdeiros, tem trajetória e características próprias.

 

Do Mestre Fernando Morais, tudo começou com “A Ilha”, escrito em 1976. Depois, as biografias de Olga Benário, Assis Chateuabriand e Paulo Coelho, além de histórias sensacionais, como as contidas nos livros “Corações Sujos”, “Montenegro” e “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, que virou filme. E que, neste momento, está debruçado sobre a biografia de Luis Inácio Lula da Silva, prometida – mas não garantida – para dezembro deste ano.

 

Dos outros, vejam: Lucas Figueiredo – PC Farias, Marcos Valério, Tiradentes e, em elaboração, JK – isso além das histórias do Serviço Secreto Brasileiro, do SNI, dos documentos secretos da Ditadura e tantos outros. De Mário Magalhães, Carlos Marighella, que gerou o filme de Wagner Moura que parece não querer estrear no Brasil, de Wagner Williams, o Marechal Lott e agora, a história de D. Teresa Goulart, em “Uma Mulher Vestida de Silêncio”.

 

Ainda as histórias de Guilherme Fiúza (“Meu Nome não é Johnny”), João Máximo (Noel Rosa, João Saldanha), Luiz Fernando Vianna (Aldir Blanc, João Nogueira), Paulo César de Araújo, com o seu Roberto Carlos proibido, liberado, proibido, Regina Zappa (Chico Buarque, Gilberto Gil e a história de maio de 68) e Josélia Aguiar, com a biografia de Jorge Amado.

 

Apenas para não deixar de citar, Lira Neto (Getúlio Vargas, Padre Cícero, Maysa, Castello e a história do samba); Humberto Werneck (Jayme Ovalle, Chico Buarque, a história dos jornalistas e escritores em Minas Gerais e, em elaboração, a biografia de Carlos Drummond de Andrade) e Ruy Castro… Ruy Castro é um capítulo à parte. Não dá para falar por aqui. Mas é de sua lavra Nelson Rodrigues, Garrincha, Carmem Miranda, a história da Bossa Nova, do samba-canção, do Rio de Janeiro, da música internacional, do jazz… e muito mais.

 

O #MondolivroIndica o sensacional “Marighella – O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo”, de Mário Magalhães, editado pela Companhia das Letras.