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Hélio Pellegrino e o trânsito, 32 anos depois

23 de fevereiro de 2019

Fernando e Hélio

Em 1987, quando Belo Horizonte completou 90 anos, cismei de fazer um novo “Encontro Marcado” com os “quatro cavaleiros de um íntimo apocalipse”, como se intitulavam Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Eles tinham uma espécie de pacto de não se reunirem publicamente. Mas eu consegui. Ou sonhei que consegui. 

Falei longamente com os quatro, aquela conversa de aniversário da cidade, 90 anos, homenagem… e tudo ficou combinado: dia 12 de dezembro de 1987, na saudosa casa de show “Cabaré Mineiro”, de propriedade de Wagner Tiso, Claudio Duarte, Ramón Fiúza e amigos. Um dia antes, Paulo Mendes Campos anuncia uma doença; no dia do evento, Otto Lara Resende afina. Vieram Fernando Sabino e Hélio Pellegrino.

 

Fernando veio de avião, com sua Lygia Marina, e Hélio Pellegrino pegou a famosa BR3 com sua companheira, Lya Luft. Até aí são lembranças, documentadas na pré-histórica BETACAM, que eu guardei, carinhosamente, por anos e anos. 

Acontece que saiu uma pesquisa que colocou Belo Horizonte na terceira posição das cidades da América Latina com os piores trânsitos. Na frente, inclusive, do Rio e São Paulo. Aí me lembrei desta maravilhosa e divertida história que o Hélio Pellegrino contou no “Sempre um Papo”, ao chegar na cidade, vindo do Rio de Janeiro. 

Mas para assistir, teclem aqui: https://youtu.be/UHy7z2Mca_8

Pesquisa

Hélio Pellegrino e o trânsito, 32 anos depois

23 de fevereiro de 2019

Fernando e Hélio

Em 1987, quando Belo Horizonte completou 90 anos, cismei de fazer um novo “Encontro Marcado” com os “quatro cavaleiros de um íntimo apocalipse”, como se intitulavam Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Eles tinham uma espécie de pacto de não se reunirem publicamente. Mas eu consegui. Ou sonhei que consegui. 

Falei longamente com os quatro, aquela conversa de aniversário da cidade, 90 anos, homenagem… e tudo ficou combinado: dia 12 de dezembro de 1987, na saudosa casa de show “Cabaré Mineiro”, de propriedade de Wagner Tiso, Claudio Duarte, Ramón Fiúza e amigos. Um dia antes, Paulo Mendes Campos anuncia uma doença; no dia do evento, Otto Lara Resende afina. Vieram Fernando Sabino e Hélio Pellegrino.

 

Fernando veio de avião, com sua Lygia Marina, e Hélio Pellegrino pegou a famosa BR3 com sua companheira, Lya Luft. Até aí são lembranças, documentadas na pré-histórica BETACAM, que eu guardei, carinhosamente, por anos e anos. 

Acontece que saiu uma pesquisa que colocou Belo Horizonte na terceira posição das cidades da América Latina com os piores trânsitos. Na frente, inclusive, do Rio e São Paulo. Aí me lembrei desta maravilhosa e divertida história que o Hélio Pellegrino contou no “Sempre um Papo”, ao chegar na cidade, vindo do Rio de Janeiro. 

Mas para assistir, teclem aqui: https://youtu.be/UHy7z2Mca_8

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