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O Dr. Boato instala-se em Minas

4 de janeiro de 2019

 

Algo muito estranho no ar, em Minas Gerais.  A ausência de uma política de comunicação no Governo Romeu Zema chega a ser alarmante. Parte do funcionalismo público demitida, órgãos acéfalos e a máquina pública parada (imaginem se isso acontecer de quatro em quatro anos…) A isso junta-se a insegurança jurídica que, naturalmente, traz o pior dos mundos: o surgimento de notícias falsas, de rumores. São eles que governam, hoje: o Dr. Boato, que é singular e plural, ao mesmo tempo.

 

Na Secretaria de Estado da Cultura, um mistério: enquanto alguns (como este que vos fala) celebram a nomeação provisória de Paulo Brant para o cargo, vem a luz da lógica do calendário legislativo: a reforma administrativa tem que ser enviada à ALMG para ser votada. Mas somente em fevereiro. Ou seja… o Dr. Boato começa a ditar as regras. A maior evidência, neste caso, é o completo silêncio do vice-governador, Paulo Brant. O que, na minha opinião é a confirmação da extinção da Secretaria de Cultura, como já foi anunciado. Não fosse assim, qual o problema em atender a uma solicitação de entrevista feita pelo Estado de Minas, para a matéria? Digo isso porque Brant simplesmente não respondeu. A ele nem a ninguém. Fica, então, posto assim: a Secretaria de Cultura de MG vai acabar, informa o Dr. Boato, o único a atuar, no campo da Comunicação no Estado de Minas Gerais. Inclusive porque a Rede Minas e Rádio Inconfidência estão praticamente inoperantes, devido às demissões em massa. 

 

Abaixo, a matéria do Estado de Minas, de hoje.