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Monja Coen revela livros que fazem parte de cada fase da vida dela

22 de outubro de 2020

Monja Coen é monja zen budista brasileira, fundadora da comunidade no Brasil, missionária oficial da tradição Soto Shu e autora de muitos livros. Entre os vários títulos estão, por exemplo, “Ponto de virada” (2020), “O Inferno somos nós: do ódio à cultura de paz” (2018) e “O sofrimento é opcional” (2017). Ela participa da noite de abertura do IX Fliaraxá no 28 de outubro, às 19h. O tema da mesa será “Paciência – um dia de cada vez”. A mediação é de Afonso Borges. Esta é a terceira participação dela no evento. 

Além de conselhos de vida e dicas para transformação, Monja passa mensagens de esperança, mudança e hábitos. Começou na literatura em 2004 ao lançar “Viva Zen: reflexões sobre o instante e o caminho”. Hoje, aos 72 anos, além de escritora, é uma das palestrantes mais aclamadas do Brasil. Somente no YouTube, por exemplo, tem mais de um milhão e meio de inscritos. 

Vários livros marcaram a vida de Coen. Segundo ela, em cada fase da vida passou por leituras que a impactaram. Na infância, lia Cassiano Ricardo, Guilherme de Almeida, Machado de Assis, Cecília Meireles e, por fim, Clarice Lispector. Atualmente, dedica-se a livros budistas e relacionados aos ensinamentos que transmite. Entre muitas indicações, confira algumas que ela deixa. 

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry

Clássico da literatura infantil, Monja Coen leu o romance na infância. A obra foi publicada em 1943. Antoine de Saint-Exupéry foi escritor, ilustrador e aviador francês. Em resumo, é a história da amizade entre um homem frustrado por ninguém compreender os seus desenhos com um principezinho que habita um asteroide no espaço. É o terceiro livro mais vendido e traduzido no mundo, publicado em mais de 220 idiomas. Também foi filme, teatro e desenho.

Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém, de Nietzsche

Este livro, de 1883, o mais famoso do escritor alemão, narra a trajetória e os ensinamentos do filósofo Zaratustra, que deixa seu esconderijo nas montanhas para pregar aos homens um novo evangelho. Sendo assim, usa uma forma poética e fictícia, satirizando o Velho e o Novo Testamento. O interessante é que foi dividida em histórias que podem ser lidas em qualquer ordem. 

Dhammapada – Ensinamentos de Buda, de Kiran Kirti

Diz sobre a vida e sobre os ensinamentos de Buda. É um dos livros mais lidos de todos os tempos, pois trata-se da obra mais famosa do budismo. Tem 423 versos de Buda e foi preservado na memória dos monges como um longo mantra. Ou seja, ideal para os que desejam conhecer os princípios do budismo. 

IX FLIARAXÁ – FESTIVAL LITERÁRIO DE ARAXÁ – 28 DE OUTUBRO A 1.º DE NOVEMBRO DE 2020

Transmissão virtual 24 horas pelo site e pelo YouTube

www.youtube.com/fliaraxá 

Informações: www.fliaraxa.com.br

Texto por Thiago Fonseca/Culturadoria

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